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TRABALHO REMOTO NO ISOLAMENTO SOCIAL
Relatório de Pesquisa abril-maio 2020

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Em virtude da pandemia do Covid-19, grande parte das organizações e dos profissionais buscaram estabelecer formas de trabalho remoto para manter suas atividades. A literatura acadêmica sobre este tema tem investigado como esta forma de trabalho impacta o estresse, a rotina domiciliar e a produtividade no trabalho. Esta pesquisa teve como objetivo compreender como tem sido o processo de trabalho remoto (home office) durante o isolamento social no Brasil.

Ao todo, 32,5% dos participantes da pesquisa afirmaram não trabalharem de forma remota antes do início do isolamento social. Para 40,7% da amostra, o trabalho remoto já era uma realidade em um dia da semana (entre 1% e 20% da jornada de trabalho).

A maior parte dos participantes da pesquisa indicou algum aumento na carga de trabalho depois do início do isolamento social. Para 45,8% dos respondentes, a carga de trabalho aumentou após o isolamento. Quando analisado de acordo com a renda, o aumento na carga de trabalho pós-isolamento foi maior quanto maior o salário do respondente. Enquanto 51,5% dos que recebem até 3 salários mínimos afirmaram ter reduzido em algum grau
a carga de trabalho, 52,8% dos respondentes que recebem mais do que 15 salários mínimos indicaram aumento na quantidade de trabalho.

 

Pesquisa Realizada pela FGV EAESP – Centro de Inovação com apoio da LIGA Ventures

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