Como o designer organizacional ajuda a melhorar a gestão de pessoas

Designers organizacionais chegaram ao mercado de trabalho para romper barreiras e desenhar modelos de negócios que façam sentido em um novo mundo. Gerir pessoas é complicado. Isso não é novidade para nenhum profissional de RH. E o que também não é novidade é a dificuldade de encontrar soluções que façam a diferença na vida das pessoas e que realmente ajudem os colaboradores e realizar suas tarefas com mais eficiência e agilidade. O mercado atual obriga que as empresas aumentem a produtividade e mantenham o alto nível de qualidade. Para que isso seja possível, os modelos de negócio tradicionais devem ficar no passado e novas soluções devem ser criadas com base nas novas necessidades do mercado.

O que é ser um designer organizacional             

O designer organizacional é o profissional que olha para fora e para o futuro antes de desenhar projetos. Isso permite que ele desenvolva estratégias que vão de acordo com as necessidades e expectativas dos seus stakeholders. Quando se trata da gestão de pessoas, esse profissional não limita a olhar apenas para os objetivos de negócios, ele também se preocupa com a experiência dos funcionários. No processo de desenvolvimento de estratégias, a empatia, a colaboração e a experimentação são os três pilares mais importantes das soluções propostas.

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Ser um designer organizacional na área de RH significa buscar entender o comportamento humano para que, a partir disso, seja possível criar soluções que façam sentido, que a implementação seja possível e que seja viável financeiramente. É, de fato, buscar soluções baseadas nas necessidades dos colaboradores de forma que contribua para uma melhor performance da força de trabalho e, consequentemente, para bons resultados nos negócios. Desde o princípio, era esse o papel ideal do RH, mas acabou se perdendo pelo caminho. E com o mundo em constante mudança e cada vez mais complexo, precisamos de um profissional que busque inovação e se preocupe com as necessidades do outro.

Quando buscamos resolver um problema, é comum olharmos apenas a superfície, não nos atentarmos aos detalhes e não nos aprofundarmos na raiz do problema e isso resulta em soluções vazias, que apresentam uma proposta superficial, com pouquíssimas chances de bons resultados. E trabalhar dessa forma, atualmente, é como contar com a sorte. As empresas que quiserem se manter no mercado precisam de profissionais dispostos a encarar novos desafios, deixar o medo desconhecido de lado e mergulhar no campo das novas ideias.

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O mundo passa por um período diferente de todos os outros que a humanidade já viveu. Portanto, as soluções que temos hoje não podem resolver os problemas que estão surgindo agora e que vão continuar aparecendo amanhã. É preciso atuar como um designer organizacional para ir a fundo, estudar o problema, conhecer suas causas e só assim desenhar protótipos que possam se transformar em soluções.

E como isso reflete na gestão de pessoas?

Gerir pessoas é uma arte. Para obter sucesso em uma empreitada como essa, é preciso sensibilidade, empatia e estudo profundo sobre os envolvidos. Um profissional que planeja e desenha estratégias pensando na necessidade e realidade de quem vai usar as soluções criadas tem muito mais chances de ter pessoas satisfeitas, engajadas e com boa performance.

Ao mudar a forma de pensar a gestão, é possível se concentrar mais nas pessoas, que são os motores para o crescimento do negócio. Por muito tempo, a gestão de pessoas foi mais focada nos processos, nos números e outros fatores distantes do que realmente importava. Gestão de pessoas significa gerir o capital humano de forma que todos sejam desenvolvidos e evoluam suas habilidades a fim de ajudar a empresa a atingir bons resultados.

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O designer organizacional olha para as pessoas de forma diferente. Ele não enxerga apenas o problema. Ele busca conhecer as raízes e oferece soluções que tratem as discrepâncias que causam o problema maior. Isso, além de aumentar as chances de corrigir o problema, também mostra ao colaborador que ele é importante e que a organização reconhece seu valor para os resultados dos negócios.

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